Por que voto em Maria Diogo para Presidente do Sinted

terça-feira, 12 de abril de 2011

Campanha para Presidente do Sinted é tranquila em Três Lagoas

Fotos Juvenal Moreira
Centro de Educação Infantil Diva Garcia declarou apoio 100%
Integrantes da Chapa 01 - Conquistas e Lutas, encabeçada pela Profª Maria Aparecida Diogo, estão realizando campanha nas Escolas em prol as eleições do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Três Lagoas e Selvíria, com tranquilidade. Nesta terça feira(12) visitaram diversos estabelecimentos educacionais do Estado e do Município de Três Lagoas. 
Os Sindicalistas visitaram a Escola Municipal Filinto Muller e ficaram contente com a manifestação de apoio 
As eleições serão no dia 26 de abril, das 08hs às 20hs, com urnas itinerantes, por ser o pleito com chapa única. As manifestações de apoio foram praticamente unânimes por onde passaram. 
Profº Petrônio, ouvindo atentamente as sugestões dos Professores da Escola Bom Jesus
Durante as visitas falaram das propostas, mostraram os avanços, pediram o voto de confiança para a chapa 01 no dia 26 de abril e ouviram muitas sugestões que com certeza serão colocadas em apreciação da categoria durante as próximas assembleias e sendo aceitas integrarão o plano de luta da Chapa Conquistas e Lutas, durante a gestão.
Chapa Conquistas e Lutas
 A Sindicalista Maria Aparecida Diogo, candidata à Presidência da Entidade Sindical, com toda sua simpatia, respondeu os questionamentos dos filiados, colocando-se a disposição, além de convocá-los para a luta sindical, enfatizando negociações já realizada com o Governador André Puccinelli e também com a Prefeita Marcia Moura. 
Administrativos fazem reivindicações
A futura presidente Profª Maria Aparecida Diogo, juntamente com o Professor Petronio e a Profª Dora Zuque, reuniram-se com os servidores administrativos do Bom Jesus, onde ouviram diversas reivindicações.  Finalizando, agradeceu a direção da Unidade Escolar por ter cedido o espaço para que os professores ouvissem as propostas: "Quero agradecer a direção da Escola Estadual Bom Jesus, por ter abrindo as portas para nossa chapa e com certeza vamos estar juntos nas Conquistas e Lutas", finalizou. 



segunda-feira, 11 de abril de 2011

ENVIE E.MAIL. DIZENDO PORQUE VOCE TAMBÉM VOTA EM MARIA DIOGO

Manda sua mensagem através do E.Mail: Juvenal.Vena@hotmail.com, que será publicado na íntegra.

Por que voto em Maria Diogo para Presidente do Sinted

Eu voto na Chapa 01 - Conquistas e Lutas, devido o carinho e a seriedade  que a atual diretoria, sob liderança da Profª Elaine Sá Costa, teve frente ao direcionamento administrativo da Entidade, no resgate da credibilidade, colocando o SINTED, em uma posição que Três Lagoas, agora tem o devido respeito.  Essa diretoria, fez pela categoria nesses dois mandatos (último seis anos), mais que todos os outros sindicalistas que já estiveram frente fizeram juntos, desde a fundação do Sindicato em Três Lagoas.

Assinado: Profº Juvenal, diretor adjunto da Escola Municipal Parque São Carlos.



Escola Municipal Parque São Carlos apoia chapa Conquistas e Lutas

Profª Arlinda, Claudio e Elaine
Em reconhecimento ao trabalho da atual diretoria do SINTED - Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Três Lagoas e Selvíria, a Direção da Escola Municipal Parque São Carlos, em Três Lagoas, apoia a Chapa 01 - Conquistas e Lutas, encabeçada pela Profª Maria Diogo, que representa a atual situação. A Presidente Elaine de Sá Costa, esteve na Unidade Escolar, na manhá de segunda feira (12) em Campanha, onde entregou material publicitário nas mãos do secretário Cláudio Fontoura, para dar sequência na campanha eleitoral entre os filiados. O Secretário recebeu e prometeu realizar uma efetiva divulgação das propostas em prol a vitória no dia 26 de abril de 2011.
A diretora Professora Viviane de Silva Correa e o diretor Adjunto Profº Juvenal Moreira, apoiam a chapa 01 - Conquistas e Lutas, e acreditam em muitas outras vitórias.

sábado, 9 de abril de 2011


E AGORA?

De nada adianta me lembrar do meu aluno que, há décadas atrás, fui visitar na prisão, junto com minha amiga, também professora, quando soube que ele havia sido preso por tráfico de drogas. Tampouco me alivia a lembrança da família dele, com a qual fomos estar em seguida, num subúrbio de Niterói, dando apoio e tentando ver do que precisavam naquela hora tão surpreendente em suas vidas... Havíamos saído do Conselho de Classe da escola em que trabalhávamos e o diretor havia se pronunciado, solenemente, sobre o drama da escola (não do menino), com a descoberta de seu envolvimento com drogas. Mas, ao contrário de nós, estupefatas diante de circunstância tão inusitada, ele, o diretor, estava tranquilo, o flagrante não fora dentro da escola, assim sendo, a instituição estava liberada de culpa.  Céus! Até hoje me causa náusea, mas era isso mesmo: o temor do “cidadão” era diante de algum respingo vir a macular a imagem da escola e ele, indicado para o cargo pelo político da ocasião, vir a perder os seus caraminguás, exígua gratificação a que tinha direito a cada final de mês.   

Presunçosa, me senti “a” educadora, diante daquele sujeito egoísta e pouco sensível. Mas, hoje, ante a tragédia, me olho de frente e não adianta: também sou cúmplice pela desgraça deflagrada pelo jovem das manchetes destes dias ter se tornado um assassino e matado outras tantas vítimas, além dele próprio, sob a fúria de sua arma de fogo. Os gritos que dera antes (Onde os terá dado? Quem os terá ouvido?) para aliviar o próprio sofrimento de vítima, nós, educadores, não os ouvimos. Simbolicamente eu também estive surda e alheia aos horrores pelos quais passou esse menino. Pura obra do acaso não ter sido um aluno meu, de carne e osso, quem veio a aterrorizar a todos nós, pela fatídica inauguração de um crime tão bárbaro, até ontem totalmente distanciado de nossa alardeada “índole pacífica” de brasileiros. Quem garante que não poderia ter sido de verdade um de meus alunos? Quem me assegura que algum deles não padece, talvez não de um mal tão devastador, mas de dores que o faz menos humano do que poderia e pode ser?

Pois o império também isso nos tirou, globalizando a monstruosidade. E eu não vi que tal tragédia se anunciava, silenciosa e célere.

Perdão, alunos meus, que sofreram sem que eu os tivesse ouvido e entendido! Voltei-me para outras franjas do cotidiano e não vi o seu olhar, não atentei para sua angústia, não ouvi o seu pedido de socorro. Pensei em Filosofia, pensei em Educação, e não me voltei para você, diante de mim, com sua vida a lhe rasgar o peito, fazendo- o infeliz à beira de uma mórbida necessidade de vingança. Afinal de contas (tento aqui me defender), a me corroer o peito, eu também vivia minhas próprias dores...

Fora da escola, bem que lutei junto a meus pares por melhores condições de ensino e por melhores salários. Pretendi ter menos alunos em turma, como forma de garantir uma maior atenção a cada qual e uma menos árdua tarefa de educar. Demonstrei meu inconformismo quando, no início de cada ano, minhas turmas tinham em torno de 50 alunos e a coordenação da escola, diante da minha ”grita”, me pedia calma, alegando que vários deles iriam desistir e a turma passaria a ter um número mais razoável de integrantes, naturalizando, covardemente a evasão escolar.

Mas, e daí? Nem isso nem escudar-me nos desmandos dos governos que se sucedem, cada vez mais retardando a oportunidade de virmos a ter a educação pública, democrática, de legítima qualidade social, laica e universal que é devida à população de nosso país não me tira o gosto de fel da boca nem tampouco as lágrimas renitentes do olhar.

O fato, para mim, é que três dias de luto é o mínimo. O máximo vamos ter que descobrir juntos.

Carmen Lozza, em 9 de abril de 2011.
Três dias de luto é o mínimo. O máximo vamos ter que descobrir juntos.
FETEMS publica o ranking salarial dos municípios sul-mato-grossenses

A Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul (FETEMS) entende que a Educação Pública obteve uma importante vitória com o resultado do julgamento da Constitucionalidade da Lei do Piso Salarial Profissional Nacional (PSPN) no Supremo Tribunal Federal (STF).

Divulgamos os salários dos profissionais da Educação do Magistério praticados nas redes estadual e municipais de Mato Grosso do Sul.

Clique AQUI e veja o ranking 

O levantamento demonstrou que aproximadamente 50% dos municípios terão que se adequar ao conceito original da Lei nº. 11.738, ratificada pelo STF, de que o PSPN deve ser vencimento básico. Portanto as regências, gratificações ou abonos não poderão ser computados para a definição do valor do Piso.

Veja os valores* do Piso referentes aos profissionais com formação de nível médio, para uma jornada de até 40 horas semanais.
Derrotados os governadores que entraram com a ADIN e que estimularam os prefeitos a não pagarem o piso

Na tarde do dia seis de abril o Supremo Tribunal Federal Ação Direta de Inconstitucionalidade 4167. Por maioria dos votos o STF considerou improcedente a Ação, portanto a Lei do Piso éCONSTITUCIONAL NA SUA ÍNTEGRA. 
Por maioria de votos o STF considerou que a Lei do Piso é constitucional e validou o dispostivo que estabelece o cálculo do valor do piso sobre o salário base.  Por decisão provisória do próprio Supremo o valor estava sendo calculado sobre a remuneração (vencimento base mais as gratificações).

A ação dos Estados pedia que fosse considerada a remuneração total dos professores, incluídas gratificações e bônus e alegava que poderia faltar dinheiro para o pagamento dos educadores.

Os ministros consideraram que um piso mínimo para valorização do professor foi previsto na constituição e cabe à união agora complementar o orçamento dos governos que comprovadamente não possuírem recursos para pagá-lo.

O parecer do relator do caso, o ministro Joaquim Barbosa foi pela improcedência da ADIN  e pela constitucionalidade da Lei 11.738.

Para a FETEMS:

1. A decissão do STF vai obrigar os estados e municípios a adequarem as suas politicas do magitério a lei.

2. A decisão ratifica o conceito de Piso defendido pela FETEMS e CNTE que é de ser vencimento básico inicial de carreira.

A direção da FETEMS comemora o resultado do julgamento do STF por entender que essa concepção de Piso valorizará em médio prazo a nossa profissão, tornando-a mais atraente para as futuras gerações a opção pelo magistério, sendo fundamental que as regras salariais sejam claras em todos os sistemas de ensino para que as carreiras sejam atrativas.

Dessa forma poderemos construir  a educação de qualidade que o cidadão merece, portanto mais que uma vitória dos trabalhadores é uma vitória da sociedade em busca de uma melhor educação pública.